Contexto da Eleição
No dia 13 de outubro de 2026, Pedro DaLua, do União Brasil, foi reeleito presidente da Câmara Municipal de Macapá. A votação ocorreu durante uma sessão extraordinária, após a chapad adversária, liderada por Marcelo Dias, deixar o plenário antes da votação. A eleição, que estava inicialmente programada para o dia 9 de outubro, foi suspensa pela Justiça devido à convocação antecipada.
Após a suspensão, um novo edital foi publicado, alterando o cronograma e permitindo a realização da votação antes do prazo de 30 de dezembro, que era a data limite estabelecida pela Câmara. Na nova votação, Pedro DaLua recebeu 12 votos, levando à sua reeleição para o biênio 2027-2028.
Controvérsias Judiciais
A eleição para a presidência da Câmara Municipal de Macapá foi marcada por polêmicas. A decisão do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap) suspendeu o primeiro pleito ao considerar que ele foi convocado antes do prazo estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi tomada após análise de um mandado de segurança apresentado pela atual Mesa Diretora, que inclui Pedro DaLua e outros vereadores.

Após a reeleição, Marcelo Dias sinalizou que contestaria o resultado na Justiça, questionando a legalidade da candidatura de DaLua, que se afastou da presidência da Câmara para ocupar interinamente a Prefeitura de Macapá. Dias argumentou que, segundo o regimento interno, Pedro não poderia conduzir a sessão nem concorrer ao cargo devido a esse afastamento.
Reação da Chapa Oponente
O vereador Marcelo Dias demonstrou sua insatisfação com os procedimentos adotados na eleição. Ele reafirmou a intenção de mover uma ação judicial para contestar a legalidade do processo eleitoral, enfatizando que a disputa deve ser transparente e conforme as normas estabelecidas, tanto no regimento interno quanto na Lei Orgânica do município.
Após a votação, Pedro DaLua defendeu a legitimidade de sua reeleição, afirmando que todas as etapas do processo seguiram as normas regimentais. Ele expressou confiança de que a nova Mesa Diretora estaria preparada para responder a qualquer questionamento legal que surja acerca do pleito, assegurando que a Câmara de Macapá cumpriria com sua missão de forma adequada.


