No segundo turno das eleições em Macapá (AP), os eleitores escolheram entre Lula e Flávio Bolsonaro para a presidência. A votação ocorreu no dia 25 de outubro de 2026, após o governo do estado já ter sido decidido no primeiro turno.
Lula, do PT, foi o candidato mais votado na cidade, recebendo 50,99% dos votos, totalizando 125.479 expressões de apoio. Por outro lado, Flávio Bolsonaro, do PL, obteve 49,01%, equivalente a 120.593 votos.
Além disso, o número de votos em branco foi de 2.133, representando 0,85% da totalidade, enquanto 3.109 votos foram considerados nulos, correspondendo a 1,24%. Esses dados foram coletados diretamente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Resultados da votação em Macapá
No segundo turno das eleições em Macapá, realizado no último domingo, 25 de outubro de 2026, os eleitores escolheram seu candidato à presidência. O resultado na cidade mostrou uma ligeira vantagem para Lula (PT), que obteve 125.479 votos, correspondendo a 50,99% do total. Por outro lado, Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 120.593 votos, o que representa 49,01% dos votos válidos.
Além dos votos válidos, a contagem apurou 2.133 votos em branco e 3.109 votos nulos. É importante ressaltar que, embora Lula tenha sido o mais votado em Macapá, a decisão final em âmbito nacional ainda será definida, já que a eleição presidencial é uma contenda nacional.
Análise do desempenho dos candidatos
A votação em Macapá reflete o cenário nacional das eleições em Macapá e a polarização entre os candidatos. O desempenho de Lula, identificado com uma votação superior a 50%, mostra uma base sólida de apoio na capital amapaense. Esta vitória em Macapá é significativa, mas a apuração nacional poderá trazer surpresas, dependendo do restante do Brasil.
Por outro lado, Flávio Bolsonaro, embora tenha perdido em números absolutos, ainda conquistou uma quantidade expressiva de votos. A margem de diferença é de aproximadamente 4.886 votos, o que indica que a disputa foi acirrada. Este resultado pode ser um termômetro para futuras eleições e a dinâmica política no estado do Amapá.


